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Quarta-feira, 03 de Junho de 2026

Notícias/Economia

China comenta novo aumento de tarifas da Casa Branca

o Ministério do Comércio se posicionou através de um comunicado em seu site oficial, afirmando que o país não dará atenção ao jogo insensato dos Estados Unidos, mas que o país possui "contramedidas decisivas e lutará até o fim".

China comenta novo aumento de tarifas da Casa Branca
CSN - Foto / Twitter / Reprodução
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Da Redação

Nesta quarta-feira (16), os Estados Unidos elevaram as tarifas contra os produtos importados da China. Para alguns, o acréscimo no preço chega a 245%. Em resposta, o Ministério do Comércio chinês afirmou que "a China tomará contramedidas decisivas".
O aumento norte-americano vem como resposta à decisão chinesa de retaliar as tarifas impostas pela Casa Branca.
"A China agora enfrenta uma tarifa de até 245% sobre as importações para os Estados Unidos como resultado de suas ações retaliatórias", diz o comunicado divulgado, sem explicar como o valor foi calculado.
Segundo o texto, a decisão do presidente Donald Trump vem como forma de "proteger a Segurança Nacional dos Estados Unidos" e "nivelar o campo de atuação".
Oficiais da Marinha chinesa durante abertura de exercícios conjuntos com a Rússia (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 15.04.2025
 
Em resposta a esse incremento, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, deferiu comentários sobre os detalhes às contrapartes norte-americanas. "Podem perguntar ao lado estadunidense o valor específico das tarifas", afirmou.
Lin também destacou que a guerra tarifária foi iniciada pelos Estado Unidos e, enquanto a China não quer travar essas batalhas, "não tem medo delas", informa o jornal Global Times.
Já o Ministério do Comércio se posicionou através de um comunicado em seu site oficial, afirmando que o país não dará atenção ao jogo insensato dos Estados Unidos, mas que o país possui "contramedidas decisivas e lutará até o fim".
 

"Isso demonstra plenamente que os Estados Unidos já atingiram um estado irracional ao usar tarifas como ferramenta e arma", diz a nota.

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Em 2 de abril, chamado por Trump de "Dia da Liberação", o presidente assinou um decreto introduzindo tarifas "recíprocas" sobre importações de outros países. A alíquota básica é de 10% e, para 57 países, foram introduzidas alíquotas mais altas em 9 de abril, calculadas com base no déficit comercial dos EUA com um país específico, para que houvesse equilíbrio em vez de déficit.
 
FONTE/CRÉDITOS: CSN - Central Sul de Notícias - Sputnik
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