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Terça-feira, 28 de Abril de 2026

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Luciana Rafagnin (PT) denuncia feminicídio e reforça combate à violência

Luciana ainda repudiou declarações misóginas feitas por um assessor ligado ao governo do presidente Donald Trump sobre as mulheres brasileiras.

Luciana Rafagnin (PT) denuncia feminicídio e reforça combate à violência
CSN - Deputada Luciana Rafagnin (PT). Créditos: Valdir Amaral/Alep
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Da Redação

A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), em discurso no plenário da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (27), lamentou mais um caso de violência contra a mulher registrado no estado e reforçou a necessidade de mobilização permanente no enfrentamento ao feminicídio e ao machismo.

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Durante o pronunciamento, a parlamentar citou com pesar a morte da jovem Vitória Bernardi, de 17 anos, em Vitorino, no Sudoeste. Segundo relatado, a adolescente foi assassinada, e o principal suspeito seria o ex-companheiro, que não teria aceitado o fim do relacionamento e, em seguida, tirou a própria vida.

Luciana destacou que a tragédia reflete uma realidade nacional alarmante. “No Brasil, quatro mulheres morrem por dia. A cada seis horas, uma mulher perde a vida simplesmente por ser mulher”, afirmou.

A deputada também ressaltou que, apesar dos avanços conquistados pelas mulheres na luta por direitos e igualdade, os índices de violência seguem crescendo. Para ela, é fundamental que toda a sociedade esteja comprometida no combate a essa realidade. “É preciso que, em todos os espaços e em todos os momentos, haja comprometimento de todos para combatermos essa violência”, declarou.

Luciana ainda repudiou declarações misóginas feitas por um assessor ligado ao governo do presidente Donald Trump sobre as mulheres brasileiras. Segundo a parlamentar, manifestações de ódio e preconceito contribuem para naturalizar a violência e desrespeitar a dignidade feminina.

Em tom de valorização e resistência, a deputada exaltou a força das mulheres brasileiras e do mundo. Citou mulheres trabalhadoras, mães, profissionais de diversas áreas, mulheres negras, indígenas, quilombolas e tantas outras que diariamente enfrentam preconceitos e desigualdades.

Ao encerrar, Luciana convocou a sociedade a transformar a indignação em luta por justiça e igualdade. “Benditas somos todas nós, mulheres; somos metade da população e mães da outra metade. Viva as mulheres do Brasil”, concluiu.

FONTE/CRÉDITOS: CSN - Central Sul de Notícias - Alep
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