Da Redação
CSN - Central Sul de Notícias
Autor: Correia Lacerda
Qual o verdadeiro sentido da vida? Para uns é ser feliz convivendo com as pessoas que o amam. Para outros, é deter o Poder para ser admirado e invejado. Mas qual é a verdadeira essência da vida? Ser pobre, ser rico, ser simples, ser discreto, ser popular, ser bom ou ser mau.
Essa busca do equilíbrio entre o ser e o não ser, levam milhares de pessoas, todos os anos, bater as portas dos consultórios médico. Profissionais da área da saúde como: Psicólogos, psiquiatras e terapeutas, tentam interpretar os conflitos internos de seus pacientes, ministrando, de uma certa maneira, doses de sabedoria para aliviar as suas dores de ordem moral.
A insatisfação e a saciedade, transformam o homem moderno num mero espectador de um mundo cada vez mais supérfluo. Mundo este pautado por valores materiais que não conseguem preencher os sentimentos das pessoas com valores que geram o equilíbrio e a sabedoria. Dando com isso, um certo sentido à vida das pessoas.
Esse dilema não é de hoje. Desde que a humanidade existe ela questiona os caminhos que deve seguir para conquistar a felicidade plena. Aponto aqui um caminho de Luz que deve ser seguido. Mas é preciso ter coragem. O maior psicólogo e médico da alma que a humanidade já testemunhou, conhecia, sim, as reais dores da humanidade. Jesus Cristo, nos ensinou que o Alto amor e a Reforma Íntima, nos liberta e cura as nossas paixões desequilibradas.
O mestre ensina que essa busca pela construção do ser integral e que faz brilhar a luz interior existente em cada um de nós, arrebenta os grilhões que aprisionam as nossas mentes. Sentimentos muitas vezes viciados pelas paixões da matéria e pelos instintos dos prazeres frugais.
O mestre que caminhou pela Terra sem ostentar o orgulho, a vaidade e o egoísmo, que curava os doentes, protegia os fracos e abraçava as mulheres da vida, nos mostrou que a verdadeira felicidade está desprovida de valores materiais. Que a verdadeira riqueza é servir ao próximo e regozijar pela sua felicidade. Essa troca de afabilidade, de saber ouvir, de estender as mãos, do olhar amigo, cria uma psicosfera de Amor que envolve toda a humanidade.
Não é preciso abrir mãos dos valores materiais para ser feliz. Mas é preciso, sim, compartilhar com o próximo um pouco daquilo que você tem. No fundo, você não está ajudando o seu semelhante, você está ajudando a si próprio, vencendo a saciedade dos seus pensamentos e a solidão de uma vida conflituosa.

Comentários: