CSN - Central Sul de Notícias - jornalista Douglas de Souza
Da Redação
A voz desse amigo era doce e poderosa, carregada de um sentimento divino que ecoava por onde passava. Ele se via apenas como um mensageiro dos ensinamentos do evangelho, transmitidos por nosso irmão maior, Jesus Cristo. Considerava-se um simples peregrino, comprometido em levar adiante a mensagem do amor, da caridade e da fé no futuro.
Com um sorriso largo e fraterno, olhava-nos de forma singular, transmitindo uma paz e uma segurança que nos faziam acreditar na existência da família universal. Sua mentora espiritual, Joana de Ângelis, ditou por intermédio da mediunidade psicográfica de Divaldo Franco inúmeros livros. Joana, nos deixou um rastro de luz, ensinando que o pensamento é a força motriz para nossa evolução moral e intelectual. Falou da importância do autoperdão, da reforma íntima e do amor a Deus, ao próximo e a nós mesmos.
No dia 13 de maio, dia de Nossa Senhora e da abolição da escravatura, Divaldo Franco também se libertou de seu corpo físico cansado. Afinal, foram 98 anos bem vividos.
Didi, como era carinhosamente chamado pelos mais próximos, dedicou-se integralmente à nossa amada Doutrina Espírita. Aplicou, na prática e incansavelmente, uma das grandes Leis Morais: o trabalho. Dia e noite, atendia os mais humildes em sua querida Mansão do Caminho, localizada em Salvador (BA). Seus filhos do coração, que somam milhares, cresceram nesse lar abençoado, amparados por seu amor incondicional, presente a cada novo alvorecer.
Hoje, o mundo espiritual celebra. O filho pródigo retorna ao lar. Nosso amado mestre Jesus Cristo o recebe de braços abertos. Gratidão, Didi, por seus ensinamentos, por seu sorriso fraterno e pelas lindas palestras que ecoaram pelo mundo.

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