Explosões e sobrevoos de aeronaves foram registrados em Caracas e em outros pontos do país por volta das 2h00 (horário local), levando moradores a acordarem com estrondos e sirenes. O governo venezuelano decretou estado de emergência nacional e denunciou o ataque como uma “agressão militar brutal” contra a soberania do país. DW News+1
Anúncio oficial dos EUA
Em postagem nas redes sociais, Trump afirmou que os Estados Unidos conduziram “um ataque em larga escala” e que Maduro e sua esposa foram “capturados e levados para fora do país” em conjunto com forças de segurança norte-americanas. Uma coletiva de imprensa está programada para acontecer ainda hoje em Mar-a-Lago. Forbes Brasil
Trump tem argumentado nos últimos meses que a administração de Maduro opera um “narcoestado” e que o líder venezuelano seria responsável por atividades de narcotráfico e fraudes eleitorais, justificando, segundo ele, a intensificação da pressão militar e diplomática contra Caracas. ABC
Resposta venezuelana e reação regional
O governo de Maduro classificou o ataque como ilegal e imperialista, pedindo à população que “se mobilize para derrotar essa agressão” e exigindo provas de vida do presidente e de sua esposa, cujos paradeiros ainda não foram confirmados por fontes independentes. Bnews
Autoridades e líderes de toda a América Latina reagiram rapidamente. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, criticou a ação e mobilizou forças na fronteira em antecipação a um possível fluxo de refugiados. Países como Cuba, Rússia e Irã condenaram o ataque como violação da lei internacional, enquanto líderes de Europa expressaram preocupação com a escalada militar. The Guardian
Implicações geopolíticas
A operação em solo venezuelano marca a intervenção militar mais direta dos EUA na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989. Especialistas e diplomatas alertam para uma crise de grandes proporções, com impactos humanitários, econômicos e políticos que ainda começam a ser calculados. The Guardian
A comunidade internacional aguarda mais informações sobre o destino de Maduro e sua esposa, detalhes sobre a execução da operação e as consequências diplomáticas para as relações entre os EUA e países da região.
Por sua vez, o presidente colombiano, Gustavo Petro apelou para a convocação de uma reunião urgente da Organização dos Estados Americanos e das Nações Unidas sobre o "bombardeio da Venezuela pelas forças dos EUA".

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