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Domingo, 10 de Maio de 2026

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Trump ataca Venezuela e sequestra Nicolas Maduro

O objetivo do ataque dos EUA à Venezuela é tomar o controle do petróleo e dos recursos minerais do país, informou a agência Reuters citando autoridades venezuelanas. Segundo a reportagem, as autoridades insistem que os Estados Unidos não obterão controle sobre esses recursos.

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Da Redação
 

Explosões e sobrevoos de aeronaves foram registrados em Caracas e em outros pontos do país por volta das 2h00 (horário local), levando moradores a acordarem com estrondos e sirenes. O governo venezuelano decretou estado de emergência nacional e denunciou o ataque como uma “agressão militar brutal” contra a soberania do país. DW News+1

Anúncio oficial dos EUA

Em postagem nas redes sociais, Trump afirmou que os Estados Unidos conduziram “um ataque em larga escala” e que Maduro e sua esposa foram “capturados e levados para fora do país” em conjunto com forças de segurança norte-americanas. Uma coletiva de imprensa está programada para acontecer ainda hoje em Mar-a-Lago. Forbes Brasil

Trump tem argumentado nos últimos meses que a administração de Maduro opera um “narcoestado” e que o líder venezuelano seria responsável por atividades de narcotráfico e fraudes eleitorais, justificando, segundo ele, a intensificação da pressão militar e diplomática contra Caracas. ABC

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Resposta venezuelana e reação regional

O governo de Maduro classificou o ataque como ilegal e imperialista, pedindo à população que “se mobilize para derrotar essa agressão” e exigindo provas de vida do presidente e de sua esposa, cujos paradeiros ainda não foram confirmados por fontes independentes. Bnews

Autoridades e líderes de toda a América Latina reagiram rapidamente. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, criticou a ação e mobilizou forças na fronteira em antecipação a um possível fluxo de refugiados. Países como Cuba, Rússia e Irã condenaram o ataque como violação da lei internacional, enquanto líderes de Europa expressaram preocupação com a escalada militar. The Guardian

Implicações geopolíticas

A operação em solo venezuelano marca a intervenção militar mais direta dos EUA na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989. Especialistas e diplomatas alertam para uma crise de grandes proporções, com impactos humanitários, econômicos e políticos que ainda começam a ser calculados. The Guardian

A comunidade internacional aguarda mais informações sobre o destino de Maduro e sua esposa, detalhes sobre a execução da operação e as consequências diplomáticas para as relações entre os EUA e países da região.

 
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, assinou um decreto que impõe estado de emergência em razão do ataque à Venezuela, relata o chefe do Ministério das Relações Exteriores do país.

Por sua vez, o presidente colombiano, Gustavo Petro apelou para a convocação de uma reunião urgente da Organização dos Estados Americanos e das Nações Unidas sobre o "bombardeio da Venezuela pelas forças dos EUA".

Petro, disse também que, segundo informações confirmadas, os EUA atacaram uma série de alvos na Venezuela, incluindo o prédio do parlamento na capital do país.
 
"O Palácio Federal Legislativo em Caracas foi bombardeado", de acordo com uma declaração do líder colombiano publicada na rede social X.
A lista dos alvos publicada por Petro também inclui várias instalações militares venezuelanas.
O objetivo do ataque dos EUA à Venezuela é tomar o controle do petróleo e dos recursos minerais do país, informou a agência Reuters citando autoridades venezuelanas. Segundo a reportagem, as autoridades insistem que os Estados Unidos não obterão controle sobre esses recursos.
Cuba exige 'urgente reação da comunidade internacional' ao ataque dos EUA contra Venezuela.
 
"Cuba denuncia e exige urgente reação da comunidade internacional contra o ataque criminal dos EUA à Venezuela. A nossa Zona da Paz está sendo brutalmente assaltada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra Nossa América. Pátria ou Morte! Venceremos!", proclamou o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.
 

Escalada entre os EUA e a Venezuela

Nos últimos meses, os Estados Unidos utilizaram repetidamente suas Forças Armadas para destruir embarcações no Mar do Caribe supostamente envolvidas no transporte de drogas. Segundo as autoridades norte-americanas, tais ações têm como objetivo "combater a criminalidade transnacional". Posteriormente, o Presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o país está preparado para atacar traficantes de drogas não apenas no mar, mas também em terra.
FONTE/CRÉDITOS: CSN - Central Sul de Notícias - Sputnik
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