CSN - Central sul de Notícias - colunista Lysandra Fortes
Caro leitor, feliz Ano Novo!
Iniciamos o ano com a campanha nacional que destaca a importância da saúde mental. Em uma sociedade acelerada, muitas vezes esquecemos de olhar para nós mesmos e para o nosso autocuidado.
Jesus nos ensinou a amar o próximo como a nós mesmos. Mas será que aprendemos essa lição? Será que realmente nós amamos ou estamos nos negligenciando? Fomos criados para a felicidade e, a cada dia neste plano, devemos cuidar de nós, seguir evoluindo e transformar o que precisa ser mudado.
Um pergaminho enrolado, ao ser aberto, tende a se enrolar novamente. Nós somos como ele: enquanto nossas ações forem as mesmas, nossos resultados continuarão iguais.
Estamos satisfeitos com os resultados que temos? Sobre a ansiedade, Jesus nos ensinou que a cada dia cabe o seu próprio fardo. Por que, então, às vezes o nosso fardo parece tão pesado? Será que estamos carregando o fardo do outro, nos sobrecarregando e impedindo que ele cresça? Ou talvez o peso venha de fardos futuros, que nem sabemos se realmente acontecerão, em vez de vivermos o aqui e o agora.
As respostas são individuais, mas refletir sobre essas questões é de suma importância. Somos aprendizes, e a vida é a escola. Vamos acertar algumas coisas, errar outras, mas o mais importante é seguir nos corrigindo. Primeiro, precisamos nos aceitar e nos amar como somos, com nossas qualidades e defeitos, para depois nos lapidarmos dia após dia em uma versão melhor. Sem autoconhecimento, não há possibilidade de mudança.
Joanna de Ângelis nos ensinou:
“Em cada insucesso aprende como não repetir, sem depressão ou arrependimento. Nunca temas a ninguém. Concede-te o direito de ser humano e o dever de cresceres. Está na Terra para: aprender, resgatar e reeducar-te.”
Não existe uma receita única. É um processo individual, mas é certo que, com esforço, podemos ser mais felizes a cada dia. Deus enviou anjos à Terra, chamados de médicos, psicólogos, amigos e familiares, para
nos ajudarem em nossa trajetória. Não precisamos — e nem devemos — enfrentar as tempestades sozinhos.
Fica a reflexão e o meu desejo de que 2026 seja maravilhoso para todos nós!
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