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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026

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China se opõe à imposição da vontade de um país sobre outro

"Jamais acreditamos que qualquer país possa exercer o papel de polícia mundial, nem concordamos que qualquer país possa se autoproclamar juiz internacional", disse Wang, acrescentando que a soberania e a segurança de todos os países devem ser plenamente protegidas pelo direito internacional.

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Da Redação

Beijing, 4 jan (Xinhua) -- A China sempre se opõe ao uso ou à ameaça de uso da força, bem como a qualquer imposição da vontade de um país sobre outro, afirmou neste domingo o ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, ao comentar a situação na Venezuela.

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Wang, também membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh), fez essas declarações ao realizar a sétima rodada do Diálogo Estratégico dos Ministros das Relações Exteriores China-Paquistão com o vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Mohammad Ishaq Dar, em Beijing.

Wang disse que a atual situação internacional está mais volátil e interligada, com a intimidação unilateral tornando-se cada vez mais grave.

A mudança repentina da situação na Venezuela atraiu grande atenção da comunidade internacional, afirmou o chanceler chinês.

"Jamais acreditamos que qualquer país possa exercer o papel de polícia mundial, nem concordamos que qualquer país possa se autoproclamar juiz internacional", disse Wang, acrescentando que a soberania e a segurança de todos os países devem ser plenamente protegidas pelo direito internacional.

A China está disposta a trabalhar com a comunidade internacional, incluindo o Paquistão, para defender firmemente a Carta das Nações Unidas, manter o limite mínimo da moralidade internacional, respeitar a igualdade da soberania de todos os países, e conjuntamente salvaguardar a paz e o desenvolvimento mundiais e promover a construção de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, afirmou Wang.

FONTE/CRÉDITOS: CSN - Central Sul de Notícias - China
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