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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026

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Refletindo - O FAROL E A LIBÉLULA

Reflexões causadas por livros, filmes, textos, fatos do cotidiano.

Refletindo - O FAROL E A LIBÉLULA
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CSN - Central Sul de Notícias - Sônia Hutterer - colunista - psicóloga

Da Redação

https://soniahutterer.blogspot.com

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Caros leitores,

O livro do mês de agosto de nosso Clube de Leitura foi de autoria de uma escritora canadense premiada.  "O Farol e a Libélula" é seu primeiro romance para adultos.  O nome dela é Jean E. Pendziwol e "ela mora aos pés das montanhas Nor'Wester, perto do Lago Superior, e tira sua inspiração para escrever da rica história, da cultura e da geografia do noroeste de Ontário, no Canadá.  Ela tem três filhos adultos, um vira-lata amável e várias galinhas temperamentais, todos ocasionalmente visitados por cervos, raposas, lobos e ursos."

A obra foi escrita em 2017 com o título original em inglês de "Lightkeeper's Daughters" ("As filhas do faroleiro").  Acredito que o título em português foi adotado por ser mais poético, em minha opinião, e talvez por chamar a atenção.

Todos do clube, inclusive eu, amaram sua leitura.

A escritora colocou duas narradoras "Elizabeth" e "Morgan" e os capítulos vêm com os nomes da duas personagens e escritos intercaladamente. O início foi um pouco difícil de engrenar na história mas depois que você se acostumava com o estilo da autora, a leitura foi ficando mais fluida.

Assim como os filmes e as séries atuais, a narrativa também se intercalava muitas vezes entre o presente e o passado.  Como há muitos personagens eu fui fazendo, no decorrer de sua leitura, uma ficha com os nomes deles e suas relações com os outros.  Apesar de tudo isso que parece desgastante, quando se chega ao final da história, não há como não amá-la.  Esse é um daqueles livros que você fica com saudades dos personagens, do local e da história embora pareça de difícil compreensão no início, a autora se esmerou no suspense, no drama, no mistério e terminou com uma história comovente e bem contada.

A discussão no grupo foi bem acalorada e muitos aspectos duvidosos do enredo foram resolvidos no encontro.

Esse livro daria uma ótima série na Netflix.

Uma das coisas que mais gostei na obra foi entender e aprender um pouco sobre as pessoas que cuidavam/trabalhavam num farol no passado.  Creio que hoje a tecnologia auxilie de uma maneira mais tranquila a rotina de um faroleiro. A região norte do Canadá, onde se passa a história é uma região muito gelada e a vida dos faroleiros era muito difícil - desde estocar comida e enlatados no verão para o inverno, até coletar ovos de gaivotas e a plantação de raízes - tipo batata.  Isso foi bem interessante.  A autora escreveu o livro baseado na região em que mora, então a ficção da história quase pode ser comparada a uma história real.

Eu recomendo a obra - amei a história, sua leitura a qual ficará na minha memória por um bom tempo.

Boa semana!

FONTE/CRÉDITOS: CSN - Central sul de Notícias - colunista Sônia Hutterer
Comentários:
Sonia Hutterer - Psicóloga

Publicado por:

Sonia Hutterer - Psicóloga

- " Sônia Hutterer, Psicóloga Clínica Junguiana e Radiestesista Terapêutica. Residente em Curitiba-PR - Como observadora do cotidiano, mantenho desde 2020 o Blog "Refletindo", onde escrevo sobre: Hábitos - Livros - Filmes e Cultura em Geral" -...

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